To na bosta
A Barbie (nome falso) possui uma forte distorção da realidade em relação a praticamente todos que já foram amigos dela e deixaram de ser. Falando de forma objetiva, é uma pessoa esquisita e rancorosa. Costumava afirmar que era a pessoa mais bonita que conhecia, a mais espiritualmente elevada e de inteligência excepcional. Chegava a falar nos grupos sobre sua vida sexual “incrível”, sem o menor pudor. Apesar disso, era extremamente consumista, impulsiva e emocionalmente intensa. Ela dizia estar cercada de amigos que não prestavam. Também reclamava de ser um ímã de assediadores (algo de que, sinceramente, não duvido, porque esse tipo de coisa infelizmente acontece). Ainda assim, chama atenção que alguém que se apresentava como tão espiritualmente elevada não se opôs a uma colega que sugeria fazer a própria mãe ingerir um pedaço de cadáver para que enlouquecesse. Pelo contrário: ela mesma sugeriu que talvez tivesse o mesmo efeito raspar a pele do pé ou uma unha e misturar na comida da mul...